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21
Jan
Cordeiros cujas lãs darão origem aos Pálios são apresentados ao Papa
Cordeiros cujas lãs darão origem aos Pálios são apresentados ao Papa

Conforme a tradição, o Pálio é uma insígnia litúrgica de honra e de jurisdição que é usado pelo Papa e pelos Arcebispos Metropolitanos nas suas Igrejas e naquelas das suas províncias. A estola é constituída por uma estreita faixa confeccionada em lã branca e decorada com seis cruzes de seda preta.


Desde o ano passado, o Papa Francisco alterou o rito de entrega dos Pálios aos novos Arcebispos, que antes precisavam se deslocar até Roma para receber o paramento. Assim como no ano anterior, a imposição do Pálio aos novos arcebispos será realizada nas respectivas dioceses de origem pela mão dos Núncios Apostólicos locais.


Com a modificação, na solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, no dia 29 de junho, o Papa celebrará uma missa com a bênção dos Pálios, que posteriormente serão impostos aos novos Arcebispos.


À época, o Vaticano explicou que o objetivo da alteração foi “colocar em maior evidência a relação dos bispos metropolitas – os novos nomeados – com a sua Igreja local e assim dar também a possibilidade a mais fieis de estarem presentes neste rito tão significativo para eles, e também particularmente aos bispos das dioceses sufragâneas, que deste modo, poderão participar do momento da imposição”.


Pelo menos três novos Arcebispos brasileiros devem receber a imposição dos Pálios: Dom Rodolfo Luís Weber (Arquidiocese de Passo Fundo); Dom Zanoni Demettino Castro (Arquidiocese de Feira de Santana); e Dom Roque Paloschi (Arquidiocese de Porto Velho).


De acordo com o rito, o Pálio é imposto aos novos Arcebispos nomeados nos últimos 12 meses contados a partir da data de Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo. (PS)


Fonte: Rádio Vaticano

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